quarta-feira, 10 de abril de 2019

O "historiador" Fernando Rosas e os seus "factos"








O historiador Fernando Rosas vai lançar agora a 22 de Abril o seu novo livro "Salazar e os Fascismos", e que pérola meus amigos este livro deve ser.
Numa entrevista ao Notícias ao Minuto, Fernando Rosas revelou algumas informações sobre o livro, e pasme-se, é mais do mesmo, aquilo a que este senhor já nos tem habituado há alguns anos, um autêntico ataque ao Estado Novo, deturpando a nossa História.
Diz o "historiador", que até ao princípio dos anos 1950 a doutrina colonial predominante, refere, era a superioridade do homem branco, o darwinismo social, a raça superior, branca e as raças inferiores, os negros e, "portanto, o colonialismo era legitimado em nome de uma raça que trazia a civilização e a fé às raças inferiores". Mais, diz ainda Fernando Rosas: "O colonialismo português foi nas suas relações com o africano violento, racista, recorreu ao trabalho forçado, às culturas obrigatórias, ao estatuto dos indígenas, tal como o colonialismo francês, inglês ou belga. Não há grandes diferenças. Pode haver diferenças do ponto de vista administrativo, mas do ponto de vista doutrinário as diferenças não são nenhumas", conclui o historiador.
Não sei que história é que o senhor Fernando Rosas estudou, mas com certeza não sabe muito sobre a história de Portugal. Provavelmente por se concentrar demasiado como os outros Reinos fizeram as suas colonizações, porque se há coisa que nos difere dos outros Impérios, foi exactamente a maneira como fizemos a nossa colonização, e para alguém que fala em nome de factos históricos, o senhor historiador peca de mais.
Para além disso, basta conhecer os valores com que Portugal nasceu, valores esses que estão sim muito enraizados no nosso povo, e prova disso?! Toda a nossa história. Portugal nasceu com valores Templários, valores esses que carregámos ao longo da nossa gloriosa história pela Ordem de Cristo, e negligenciar a maneira única como fizemos a nossa colonização, é um insulto para todos nós portugueses. 
Mas já estamos habituados a ver isto na extrema-esquerda. Com toda a certeza Fidel Castro, Che Guevara, Chávez, Maduro, Lenine, Stalin, são personalidades que o camarada Rosas deve adorar e respeitar, já a nossa história, há que criticar. 
Mas no final da entrevista é que vem a "cereja no topo do bolo", quando Fernando Rosas equipara o Estado Novo aos países europeus marcados pelo fascismo, inclusive o regime Nazi.
Oh senhor Fernando Rosas... e diz o senhor de peito aberto que é um historiador? O senhor, apesar do seus títulos académicos, não é mais nem menos do que um Comunista e, infelizmente, aproveita-se de títulos académicos para fazer a sua propaganda política, mesmo que isso represente deturpar factos históricos.
O mais grave é que temos uma comunicação social que em vez de convidar historiadores a-partidários e imparciais para falar de factos, convida sempre este senhor, que é um dos co-fundadores de um partido de estrema esquerda, o Bloco de Esquerda. 
Isto faz-me lembrar o mundo de George Orwell, o partido único Ingsoc, onde há o ministério da verdade, cujo trabalho é eliminar qualquer registo histórico da sociedade, dando lugar aos "factos" que o partido diz, e assim eliminando o registo histórico tal como o conhecemos. Isto é o que o senhor "historiador" Fernando Rosas faz. 
Ora vejam lá se o senhor Fernando Rosas fala sobre o pós 25 de Abril?! Se fala sobre o que aconteceu depois da revolução dos cravos na Guiné?! Ou em Angola?! Moçambique?! Timor?! Sobre os portugueses que foram abandonados depois da revolução que os seus camaradas fizeram?! Então senhor historiador, onde estão os livros a falar sobre esses FACTOS?!
Infelizmente estamos num país onde, por um lado me orgulho de dizer que não temos representação parlamentar da extrema-direita, por outro lado, não temos um, nem dois, mas três partidos de extrema-esquerda representados no nosso parlamento, e disso eu tenho vergonha! 

Resumindo: Um historiador que adopta valores criados na Europa de Leste em 1917, e que com as suas políticas levaram à perseguição, prisão, tortura, fome, medo e finalmente à morte de mais de 100 milhões de pessoas, não tem respeito nem moral absolutamente nenhuma para falar sobre "factos históricos"!

#fernandorosas #blocodeesquerda #história #falsidade #verdade #portugal

terça-feira, 9 de abril de 2019

PCP mostra as “garras” e expulsa militante crítico do Governo da “Geringonça”




Típico do Comunismo!
Esta prática de expulsar quem questiona ou critica o partido, já tem barbas no Comunismo. Sempre foi assim e sempre será, não fosse este um partido de extrema-esquerda que muito tem a explicar ao mundo.
Desta vez a vítima foi, o agora ex-militante do PCP Guilherme Antunes, por ter criticado a direcção do partido, e também pelo facto do PCP manter a Geringonça com o PS apesar das divergências evidentes. E por ter tido, aquilo que eu chamo “momentos de clareza”, e ter posto em prática a sua liberdade de expressão, viu a sua vida virada do avesso. E porquê? Exactamente por isso meus amigos. No Comunismo é assim. A “liberdade de expressão” é só para concordar e promover as ideias e a visão do Partido, e este foi apenas mais um episódio. Pior, porque para além de expulsarem um militante por apenas usar da sua liberdade de expressão, acusando-o de ter um comportamento “indigno de quem se afirma Comunista”, ainda tiveram o baixo nível, que os caracteriza, de o acusar de ter desviado dinheiro dos cofres da concelhia do PCP de Cascais, num processo em que Guilherme Antunes nem sequer foi ouvido. Segundo o ex-militante, que negou qualquer aproveitamento financeiro, o que o Partido Comunista está a fazer é uma “campanha negra, uma vilania inominável e uma indecência”. Acusa: “Visa pôr em causa a minha honra.” “É um processo kafkiano” e de “verdadeira perseguição política” segundo o Expresso.
Este acontecimento faz lembrar um outro, há uns anos atrás, altura em que o líder do Partido Comunista era Álvaro Cunhal, e que aconteceu um episódio semelhante. Só que dessa vez foi com alguém bem próximo de Álvaro Cunhal, a ex-militante do PCP Zita Seabra.
Para quem não sabe, Zita Seabra foi uma acérrima Comunista que viveu na clandestinidade durante o Estado Novo, pois acreditava como ninguém na ideologia que ia deitar abaixo o “Fascismo”, e passou fome, frio, solidão, medo, tudo em prol do Comunismo. Anos mais tarde Zita Seabra teve a oportunidade que sempre sonhou, ir a um país da União Soviética. Foi, viu, ouviu e sentiu o verdadeiro Comunismo! E assim como fez agora Guilherme Antunes, Zita Seabra fez o mesmo. Além de ter visto com os próprios olhos o Comunismo na prática, também ela começou a duvidar e a questionar a linha política do PCP, e resultado?! Foi expulsa do Partido.
Para quem quiser conhecer melhor a história de Zita Seabra, ou até mesmo sobre o Partido Comunista Português, aconselho o livro escrito pela própria “Foi assim”, uma excelente oportunidade para conhecer os valores Comunistas, descritos por alguém que viveu essa ideologia como ninguém, e que curiosamente hoje é de Direita.
Ninguém pode pensar pela própria cabeça, todos têm de “pensar”, “falar” e “agir” como o partido, caso contrário é expulsão.
É meus amigos, assim é o Comunismo!

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Luís (A)costa Ribas e o relatório Mueller


Sinceramente senhor (A)costa Ribas... o seu empenho em denegrir a imagem do presidente dos Estados Unidos da América é realmente notável.
Ao que parece, ficou provado que não houve qualquer concluio entre a Rússia e a campanha de Donald Trump. Mesmo assim os Democratas e todos os anti-Trump exigem que o relatório completo se torne público para que se saiba "toda a verdade". Curiosamente, também os Republicanos querem. E que assim seja, para que os ressabiados indespostos se calem de vez com esta história que já leva dois anos, e sabe-se lá quanto dinheiro dos contribuintes americanos.
Dois anos; constantes ataques ao presidente; toda a media americana a deitar abaixo Donald Trump, constantemente afirmando que era "inegável" que havia concluio na campanha de Trump com os Russos, e no final, nada. 
Realmente Fake News a este nível é muito triste de se ver.
Mais triste para nós portugueses, é ver que numa estação privada, como a SIC, terem como correspondente directo de Boston o senhor Luís Costa Ribas para nos informar sobre o que se passa do outro lado do Atlântico, que infelizmente não faz mais que copy-paste do que diz e reporta a CNN e a MSNBC, ou seja, Fake News.
Eu gostava de ter visto tal empenho do senhor Luís Costa Ribas para nos informar sobre os escândalos de Bill Clinton quando era presidente. Ou o trabalho de Hillary Clinton em ocultar as "aventuras" do seu marido, assim como ter pago às mulheres que tinham sido, vá lá, "assediadas" pelo presidente dos Estados Unidos. Isso, este grande profissional esquece-se de investigar. Ou o facto de que Hillary Clinton e a sua comitiva terem inventado esta história de concluio com os Russos a partir do momento em que Hillary apagou, eliminou, emails secretos enquanto fazia parte do governo de Obama.
Porque será que Luís Costa Ribas não fala desses emails?!
Porque será que Luís Costa Ribas não fala do que se passou em Benghazi (Líbia) em 2012, onde quatro americanos foram mortos, entre eles o embaixador Christopher Stevens por pura negligência de Hillary Clinton?!
Pois é, o correspondente da SIC em Boston parece que não consegue ou sabe fazer investigação sobre estes assuntos. Será por ser apenas mais um Democrata (Socialista)? Será por ser apenas mais um inconformado com o resultado eleitoral?
Aliás basta ver o que o senhor (A)costa Ribas posta na sua conta do Twitter. Além de postar Fake News da CNN, MSNBC, Washington Post, New York Times, também tem postagens, vejam lá de quem, Jim Acosta da CNN, um dos maiores mentirosos na história dos media americanos.
Isto para não ter de lembrar que Luís Costa Ribas, além de enxovalhar o presidente, eleito democraticamente, de o acusar de tudo e mais alguma coisa, também mostra bem o seu nível e carácter com algumas postagens "menos elegantes" vamos dizer assim.



É triste ver uma estação de televisão portuguesa ter, como correspondente do outro lado do Oceano, um Socialista mascarado de Democrata, incapaz de fazer um trabalho limpo e imparcial, focando-se apenas em reportar a "verdade" que lhe convém.
Além disto, duvido que Luís (A)costa Ribas, o jornalista que mais Fake News nos trás, tenha tanta dificuldade em apurar a verdade.
E assim como gosta de postar fotos a enaltecer o trabalho do ex.presidente Obama, aqui fica uma foto que nem ele nem ninguém (de esquerda) é capaz de reconhecer.     



#relatóriomueller #luiscostaribas #concluio #verdade #fakenews #democratas 

segunda-feira, 25 de março de 2019

O extremismo do dirigente da organização SOS Racismo





Antes do jogo Portugal - Ucrânia, Mamadou Ba, dirigente da organização SOS Racismo escreveu: "Alerta à navegação: por causa do jogo Portugal - Ucrânia (sic), a cidade de Lisboa está infecta de nazis ucranianos e tugas, preparados para a violência. Não andem sozinhos, nem em sítios desprotegidos". 
Primeiro, este senhor devia ter mais respeito para com os cidadãos ucranianos que vivem em Portugal, pois são bastantes e contribuem e muito para com o nosso país.
Segundo, chamar os ucranianos de "nazis" mostra bem o respeito, conhecimento cultural e histórico do senhor, zero.
Terceiro, chamar o povo de "tugas" e não de portugueses, sente-se um pouco o sentimento xenófobo e racista de Mamadou Ba.
É realmente um mimo ver um dirigente de uma organização anti racista rotular tão facilmente pessoas e povos. 
Este senhor que se tornou "famoso" depois de insultar as forças de segurança nacionais ao chamá-los de "bosta de bófia", agora insulta os portugueses e os ucranianos, que lhe deram uma verdadeira lição de civismo e fairplay, pois não houve qualquer incidente antes, durante e depois do jogo. 
Também não deixa de ser curioso ver a comunicação social deixar passar estas afirmações sem as contestar. Será por termos um governo aliado a partidos de extrema-esquerda? Enfim... 
Resumindo: o senhor Mamadou Ba mostra mais uma vez aquilo que é e representa. Um imigrante que foi recebido em Portugal, tem um cargo público, um salário pago por todos nós, e qual é o agradecimento de sua excelência?! Ter o desplante de insultar quem bem entender. Ou seja, valores que o Bloco de Esquerda tanto defende e protege.

#mamadouba #racismo #portugal #blocodeesquerda #extremismo 

domingo, 24 de março de 2019

António Costa - O demagogo





Então não é que o primeiro ministro António Costa está preocupado com a mudança de opinião das pessoas?! Até diz que é um perigo ver partidos "mimetizarem" propostas nacionalistas em relação à imigração, que legitimam "o discurso da extrema-direita".
Oh... a sério Sr. Primeiro Ministro? Porque será?
Será pelos cidadãos europeus estarem fartos de politicas socialistas? Talvez seja isso.
Pelo menos por cá, sempre que os socialistas estiveram no poder, deram o seu contributo para o menor crescimento da economia. Isto para não ter de lembrar que, este actual governo (socialista) perdeu as eleições, e para ir para o poleiro aliou-se à extrema esquerda (PCP e Bloco de Esquerda). Talvez por estas e outras se sinta que o povo está desiludido para dizer no mínimo.
Mas o mais grave é ver, mais uma vez, que estas personalidades de esquerda são incapazes de ser honestas e sérias. 
O nacionalismo é baseado na consciência de nação, que exprime a crença na existência de certas características comuns numa comunidade nacional. Não tem nada a ver com extremismos.
No séc.XX é que vimos o surgir de ideias nacionalistas em parceria com ideias racistas, como na Alemanha (nacional socialismo), Itália (fascismo) e no Japão. 
Não há nada como uma pessoa se informar, ler sobre o séc.XX e sobre a sua história, só assim se consegue ver o mundo tal como ele é, porque se nos apoiarmos nas "fake news" então ficamos com uma noção muito diferente da realidade dos nossos tempos, pois graças a esta comunicação social subserviente dos partidos de esquerda fica muito difícil ver a verdade. 
Acorda Portugal.

quinta-feira, 14 de março de 2019

A primeira circum-navegação - Portuguesa ou Espanhola?






Como nós sabemos, a primeira circum-navegação foi atribuída a Fernão de Magalhães.
Este feito sempre foi muito contestado por Espanha porque na verdade, apesar da visão, da iniciativa, do empreendorismo, da experiência, do conhecimento científico e capitania do português, foi o espanhol Juan Sebastián Elcano que completou a circum-navegação, uma vez que Fernão de Magalhães morreu nas Filipinas.
Vamos então olhar para os factos históricos para podermos fazer um julgamento justo.
Esta aventura começou em 1517, quando Fernão de Magalhães decidiu ir para Espanha oferecer os seus serviços a Carlos V, uma vez que o rei português D.Manuel I lhe recusou um aumento salarial e, principalmente, por não o ter autorizado a ir por uma via Oriental às ricas ilhas em Cravinho chamadas Molucas (Indonésia), que ele conhecia aquando da sua descoberta em 1512. 
Magalhães pretendia chegar a essas ilhas por uma via Ocidental, e provar a Carlos V que lhe pertenciam. Na verdade, as ilhas Molucas pertenciam de facto ao lado português, segundo o Tratado de Tordesilhas. 
Carlos V acreditou na teoria de Magalhães, e como sabia que ele era o único com capacidade científica e náutica para tal empreendimento, deu-lhe uma armada de 5 navios com 237 homens de 9 nacionalidades europeias, 40 dos quais portugueses, e a 20 de Setembro de 1519 partiram para aquela que viria a ser a primeira circum-navegação.
Mas não nos podemos esquecer de um facto extremamente importante.
Magalhães apenas pretendia enriquecer com o muito lucrativo comércio do Cravinho. Prova de que ele não queria dar a volta à Terra vê-se pelo simples facto de Carlos V ter proibido, de forma incisiva, que a sua expedição passasse por águas dominadas pelos portugueses, dando ordens para que a frota depois de chegar ao destino regressasse pelo mesmo caminho, ou seja, por águas espanholas.   
Depois de explorar "mares nunca dantes navegados" a partir da costa sul do Brasil, Magalhães descobre uma enseada que, após vários meses, o levou até uma abertura para um novo Oceano, calmo como uma lagoa, a que ele chamou Pacífico.
Chegado a este novo Oceano, passam mais de três meses até voltarem a avistar terra. Depois de um motim, de várias mortes pelas difíceis condições, doenças, fome, chegar a terra permitiu-lhes recuperar forças e reabastecer os navios de mantimentos para continuar viagem.
Quando chegaram às Filipinas, Fernão de Magalhães envolveu-se numa batalha para ajudar o rei de Cebu, onde acabou por morrer.
Sebastián Elcano não passou de imediato ao comando, mas sim capitães portugueses, quase até chegar às ilhas Molucas.
Depois de abastecerem os porões com Cravinho da única nau sobrevivente, a Vitória, Juan Sebastián Elcano, já há algum tempo comandante, parte para a Europa. Mas arriscou voltar a Espanha por águas portuguesas, navegando a sul do Índico e contornando África pelo Cabo da Boa Esperança. Quando chega ao Atlântico, rumou pela costa ocidental africana para norte, e no dia 6 de Setembro de 1522 finalmente chegam a Sevilha.



Fernão de Magalhães partiu três anos antes com 5 navios e 237 homens, Elcano chegou com 1 navio e apenas 18 tripulantes. 
E assim terminou esta aventura que (apesar da missão ter um objectivo claro: combater o poderio do Império Português e desequilibrar o seu domínio do comércio no Índico, tentando reclamar para Espanha as ilhas Molucas) acabou por se tornar na primeira circum-navegação.

Resumindo: A missão era chegar às Molucas e regressar; o financiamento foi espanhol; Juan Sebastián Elcano liderou a última etapa da viagem; Fernão de Magalhães teve a visão, tinha mapas com uma concepção científica rigorosíssima que os espanhóis não tinham; explorou o "mare incognitum"; encontrou uma enseada (Estreito de Magalhães); baptizou um Oceano (Pacífico).

Deveria portanto haver uma apresentação conjunta, entre Portugal e Espanha, de uma candidatura a Património da Humanidade da Primeira Circum-Navegação.

segunda-feira, 11 de março de 2019

Manifestações (feministas) pelos direitos das mulheres




Este fim de semana tivemos várias manifestações, desde o dia da mulher, por todo o país, pelos direitos da mulher. E muito bem. 
Dito assim qualquer pessoa minimamente equilibrada concorda, assim como eu. O que eu já não concordo é quando um individuo, uma identidade ou um grupo se manifestam com uma agenda política por trás. 
Acho muito bem que se manifestem contra o preconceito, a violência doméstica, violência laboral, a precariedade laboral, contra as desigualdades sociais, isso sim, é o que realmente importa. Mas também convém por os pontos nos I`s.
Reivindicar tudo isto está muito bem. Agora, igualdade de género? Igualdade salarial? 
Pergunta: Desde quando é que o "género" define competência? 
Que se saiba, não é o facto de se ser Homem ou Mulher que nos diz se uma pessoa é competente. Mas sim a vontade, aquilo que temos para mostrar, a entrega, lutar em progredir profissionalmente, estar aberto para aprender, etc. Estas são só algumas características que o mercado procura. 
E dizer que as mulheres recebem menos que os homens somente por serem mulheres, por causa do "género", isso é do mais hipócrita que existe. Não só pelas razões já referidas, como pelo facto de usar apenas o sexo feminino como razão para a desigualdade salarial.
O género é apenas UMA de VÁRIAS razões que levam à desigualdade salarial. 
Se bem que qualquer trabalho, identidade ou empresa que queira ter sucesso, procura sempre e antes de mais, todas as razões e competências necessárias para atingir os seus objectivos, não estão preocupados em ver se é homem ou mulher.  
Mas as feministas nunca fazem estas pesquisas, como verificar outros factores que levam inevitavelmente à chamada "desigualdade salarial", tal como, a idade, ocupação, interesse, personalidade, horas de trabalho, entre outros.
Ou seja, dizer que a desigualdade salarial existe por causa do "género", está errado. Aliás, nem o sexo masculino nem o feminino determinam sucesso no trabalho, mas sim a inteligência e a consciência.
Por isto é que eu sou contra estas manifestações, com um interesse político camuflado, não fossem os partidos políticos que as apoiam. Sim, porque isto é somente para angariar votos junto destas minorias que se vitimizam por tudo e por nada, e com estas manifestações, a meu ver, estão a prejudicar sim, as verdadeiras vítimas de agressões, assédios e outros abusos, que depois podem ser associadas a esta nova "ordem feminista".
Para além das razões já referidas, há outras que me levam também a discordar destas manifestações.
Estive à espera de ouvir uma palavra das feministas, em prol dos direitos das mulheres no Irão, no Paquistão, na Síria, no Iraque, no Afeganistão, na Palestina, na Arábia Saudita, na Argélia, no Iémen, na Somália, para dizer alguns, e não houvi nada. Zero.
Também não ouvi nenhum jornalista perguntar a nenhuma feminista, qual a sociedade mais livre e com melhores condições, principalmente para as mulheres, do que a sociedade Ocidental. Gostava de saber.
Em que melhor sociedade, podem as mulheres escolher o seu parceiro sexual ou mesmo assumir livremente a sua orientação sexual? 
Em que melhor sociedade, podem as mulheres escolher a sua religião, estudar, trabalhar, circular, pensar e falar livremente?
Pois é, parece que vistas as coisas, é a nossa, a sociedade Ocidental.
Mais. Estas manifestações, com os valores digamos, trocados e baralhados, onde todas as mulheres são vítimas deste "mundo machista", para além de só prejudicar as verdadeiras vítimas, também não têm consideração nenhuma por todas as mulheres bem sucedidas.
Porque quem nos quer convencer que as mulheres são "oprimidas" na nossa sociedade, então só mostram, mais uma vez, que não fazem a pesquisa certa antes de se manifestarem, e com isso, acabam por desprezar as mulheres. 
Sim, as mulheres. Porque na visão destas activistas, as mulheres de sucesso não interessam. Arquitectas; Advogadas; Psicólogas; Médicas; Enfermeiras; Engenheiras; Jornalistas; Apresentadoras; Actrizes; Cantoras; Pintoras; Escritoras, e em todas as áreas onde uma mulher tenha triunfado, não interessa para as contas desta nova "ordem feminista".
Resumindo: Quando vir uma manifestação em prol dos direitos das mulheres, igualdade de oportunidades, contra o preconceito, a precariedade laboral, a violência doméstica e laboral, as desigualdades sociais, aí sim, aplaudirei.
De resto, toda a gente, Homem ou Mulher, tem de fazer exactamente o mesmo, trabalhar.      

sábado, 2 de março de 2019

Cimeira de Hanói entre Donald Trump e Kim Jong Un - The Real News



Enquanto o Presidente Donald Trump está a negociar a desnuclearização da Coreia do Norte em Hanói (Vietname), os Democratas respondem e montam aquilo que se pode chamar, um autêntico circo.
E quem aparece? Michael Cohen, ex-advogado de Donald Trump. Este é o trunfo dos Democratas (Socialistas), apresentar Michael Cohen no Congresso para provar que Donald Trump tinha coagido com os Russos durante a sua campanha eleitoral. Notícia esta que também vimos espalhada na comunicação social portuguesa.
Depois de ditas mentiras, insultos, acusações... enfim, perguntam a Michael Cohen se Donald Trump alguma vez tinha mentido sobre uma coação conjunta com os Russos durante a sua campanha, e este "já condenado" ex-advogado do Presidente Trump negou. Negou porque a verdade é que não houve qualquer coação com os Russos nem com qualquer outra identidade. Ou seja, ele não tem qualquer conhecimento ou prova de uma coação com ninguém. 
O que Michael Cohen queria era trabalhar na Casa Branca.
Mas isto não interessa à nossa comunicação social, que só se focaram em mostrar os insultos do Sr. Cohen ao presidente Trump, porque o que realmente interessa, como a cimeira, mais uma, histórica, entre Estados Unidos e Coreia do Norte, isso ficou para segundo plano.
 Quando a babysitter sai por uns segundos, as crianças põem-se logo a fazer asneiras ;)
E mesmo em relação à cimeira, a comunicação social portuguesa enche os noticiários a dizer que foi um fracasso.
Fracasso? Penso que não. Também não foi um sucesso para o Ocidente isso não. Mas que foi um fracasso a cimeira, disso eu discordo. Ora vamos ver.
Donald Trump propôs a total desnuclearização da Coreia do Norte. Por sua vez, Kim Jong Un comprometeu-se em desmantelar grande parte das instalações e mísseis, mas não na totalidade, tal como os Estados Unidos pretendiam. Não só não quer desmantelar tudo, como quer que os Estados Unidos levantem algumas sanções sobre a Coreia do Norte, coisa que Donald Trump recusou. Recusou porque quer a desnuclearização total da Península Norte Coreana. 
Razão? Bem, talvez o facto da Coreia do Norte ter ameaçado atacar e destruir os Estados Unidos da América desde tempos do avô do actual líder, com a agravante que nos últimos anos para além das permanentes ameaças, a Coreia do Norte armou-se nuclearmente. Talvez por isso.
Na verdade, não foi o resultado pretendido de ambos os lados. Mas não foi um fracasso. A verdade, é que é muito positivo ver este ditador ter a iniciativa de desmantelar parte do seu arsenal nuclear.
É preciso não esquecer como Kim Jong Un já actuou neste seu curto reinado ditatorial e totalitário. A começar pelos assassinatos do seu tio, e mais recentemente do seu meio irmão mais velho no aeroporto de Kuala Lumpur (Malásia). Isto para não ter de falar nas condições de vida "possíveis" no país do "grande líder". Mas isso dá para outra conversa.
Apesar do resultado da cimeira, a Coreia do Norte mostrou-se aberta para futuros encontros e novas propostas.
Mas como em Portugal a comunicação social não faz investigação, faz copy/paste das chamadas Fake News, a informação que nos apresentam é que o encontro foi um fracasso.
Por isso, e resumindo, a cimeira em Hanói no Vietname apesar de não ter sido o esperado (dados os factos e condições geopolíticas que vivemos), também não foi um fracasso, até foi positiva.    


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Distorção histórica por parte do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa




Para o nosso Presidente da República, Arnaldo de Matos foi um "ardente defensor da liberdade".
Terá Marcelo Rebelo de Sousa perdido a memória? É inaceitável o Presidente da República dizer uma coisa destas.
Arnaldo de Matos, paz à sua alma, pois somos cristãos, era nada menos que um terrorista, um ditador.
Foi sim um defensor de ditaduras comunistas Marxistas, manipulador de massas que se tivesse chegado ao poder tinha feito de Portugal uma Cuba ou Venezuela da Europa Ocidental.
Se há algo que este senhor defendeu, foi tudo menos a liberdade e os valores democráticos.
Infelizmente para nós, Marcelo já não se interessa em informar o povo português, mas sim angariar votos para ser reeleito Presidente, nem que para isso tenha de manipular e distorcer factos históricos.
Ver o PCP e o Bloco de Esquerda defender este senhor é natural, não fossem estes partidos de extrema esquerda que idolatram ditadores comunistas que levam os seus povos à miséria, mas ver o nosso Presidente que se diz de direita e defensor da democracia e da liberdade, é realmente muito triste.
E claro está, também não podemos contar com a nossa comunicação social para divulgar a verdade ao povo, não fosse essa mesma comunicação social maioritariamente desonesta.
Realmente o nosso país vai de mal a pior. Com uma classe política fraca e desonesta, é muito difícil sair do buraco em que estamos.
Depois queixam-se das pessoas classificarem a comunicação social de Fake News.
Acorda Portugal.

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Donativos para as vítimas de Pedrogão Grande empilhados e escondidos em armazéns da Câmara.




Os portugueses exigem saber o paradeiro de todos os milhões doados para Pedrógão Grande e que nunca chegaram às vítimas.
Graças à reportagem da TVI da jornalista Ana Leal, Portugal ficou a saber onde está parte desses donativos. Esta excelente reportagem mostra-nos parte desses donativos empilhados e escondidos em armazéns da Câmara de Pedrógão Grande. Frigorificos; máquinas de lavar; micro-ondas; colchões; mobílias; roupas; garrafas de água; material de construção, etc.
A TVI sabe que muitos desses donativos estão a ser desviados para amigos e familiares dos autarcas.
Quando confrontados pelo jornalista André Carvalho Ramos, tanto a Vice-Presidente Margarida Guedes como o próprio Presidente da Câmara, Valdemar Alves, negam e desviam a atenção, sendo que este último até bateu com aporta na cara, literalmente, do jornalista quando este o questionava sobre o paradeiro dos donativos. Donativos estes que ficaram sob a responsabilidade do filho do Presidente da Câmara, Telmo Alves, que evitou falar quando confrontado com os factos.
É esta a transparência da presidência da Câmara de Pedrógão Grande, assolada pela catástrofe dos fogos com um número sem igual de vítimas até à data.
Os meus parabéns à TVI e à jornalista Ana Leal que fazem um trabalho exemplar de jornalismo. 

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Sobre Nós


Este é um Blog com a finalidade de comentar e traduzir as notícias que nos são apresentadas, uma vez que somos inundados todos os dias com as chamadas "Fake News".