quarta-feira, 10 de abril de 2019

O "historiador" Fernando Rosas e os seus "factos"








O historiador Fernando Rosas vai lançar agora a 22 de Abril o seu novo livro "Salazar e os Fascismos", e que pérola meus amigos este livro deve ser.
Numa entrevista ao Notícias ao Minuto, Fernando Rosas revelou algumas informações sobre o livro, e pasme-se, é mais do mesmo, aquilo a que este senhor já nos tem habituado há alguns anos, um autêntico ataque ao Estado Novo, deturpando a nossa História.
Diz o "historiador", que até ao princípio dos anos 1950 a doutrina colonial predominante, refere, era a superioridade do homem branco, o darwinismo social, a raça superior, branca e as raças inferiores, os negros e, "portanto, o colonialismo era legitimado em nome de uma raça que trazia a civilização e a fé às raças inferiores". Mais, diz ainda Fernando Rosas: "O colonialismo português foi nas suas relações com o africano violento, racista, recorreu ao trabalho forçado, às culturas obrigatórias, ao estatuto dos indígenas, tal como o colonialismo francês, inglês ou belga. Não há grandes diferenças. Pode haver diferenças do ponto de vista administrativo, mas do ponto de vista doutrinário as diferenças não são nenhumas", conclui o historiador.
Não sei que história é que o senhor Fernando Rosas estudou, mas com certeza não sabe muito sobre a história de Portugal. Provavelmente por se concentrar demasiado como os outros Reinos fizeram as suas colonizações, porque se há coisa que nos difere dos outros Impérios, foi exactamente a maneira como fizemos a nossa colonização, e para alguém que fala em nome de factos históricos, o senhor historiador peca de mais.
Para além disso, basta conhecer os valores com que Portugal nasceu, valores esses que estão sim muito enraizados no nosso povo, e prova disso?! Toda a nossa história. Portugal nasceu com valores Templários, valores esses que carregámos ao longo da nossa gloriosa história pela Ordem de Cristo, e negligenciar a maneira única como fizemos a nossa colonização, é um insulto para todos nós portugueses. 
Mas já estamos habituados a ver isto na extrema-esquerda. Com toda a certeza Fidel Castro, Che Guevara, Chávez, Maduro, Lenine, Stalin, são personalidades que o camarada Rosas deve adorar e respeitar, já a nossa história, há que criticar. 
Mas no final da entrevista é que vem a "cereja no topo do bolo", quando Fernando Rosas equipara o Estado Novo aos países europeus marcados pelo fascismo, inclusive o regime Nazi.
Oh senhor Fernando Rosas... e diz o senhor de peito aberto que é um historiador? O senhor, apesar do seus títulos académicos, não é mais nem menos do que um Comunista e, infelizmente, aproveita-se de títulos académicos para fazer a sua propaganda política, mesmo que isso represente deturpar factos históricos.
O mais grave é que temos uma comunicação social que em vez de convidar historiadores a-partidários e imparciais para falar de factos, convida sempre este senhor, que é um dos co-fundadores de um partido de estrema esquerda, o Bloco de Esquerda. 
Isto faz-me lembrar o mundo de George Orwell, o partido único Ingsoc, onde há o ministério da verdade, cujo trabalho é eliminar qualquer registo histórico da sociedade, dando lugar aos "factos" que o partido diz, e assim eliminando o registo histórico tal como o conhecemos. Isto é o que o senhor "historiador" Fernando Rosas faz. 
Ora vejam lá se o senhor Fernando Rosas fala sobre o pós 25 de Abril?! Se fala sobre o que aconteceu depois da revolução dos cravos na Guiné?! Ou em Angola?! Moçambique?! Timor?! Sobre os portugueses que foram abandonados depois da revolução que os seus camaradas fizeram?! Então senhor historiador, onde estão os livros a falar sobre esses FACTOS?!
Infelizmente estamos num país onde, por um lado me orgulho de dizer que não temos representação parlamentar da extrema-direita, por outro lado, não temos um, nem dois, mas três partidos de extrema-esquerda representados no nosso parlamento, e disso eu tenho vergonha! 

Resumindo: Um historiador que adopta valores criados na Europa de Leste em 1917, e que com as suas políticas levaram à perseguição, prisão, tortura, fome, medo e finalmente à morte de mais de 100 milhões de pessoas, não tem respeito nem moral absolutamente nenhuma para falar sobre "factos históricos"!

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